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Presidente do Tribunal de Justiça de SC recebe visita dos dirigentes da FAHECE

Cerca de 300 pessoas chegam todo mês, diagnosticadas com câncer, para tratamento no Centro de Pesquisas Oncológicas (CEPON). Também não há hospital no Estado, público ou privado, que não conte com os serviços do Hemosc - Hemocentro de Santa Catarina. Essas são as primeiras credenciais que atestam o trabalho realizado pela FAHECE - Fundação de Apoio ao HEMOSC/CEPON, responsável pela gestão das duas entidades catarinenses de saúde, apresentadas pelo seu presidente, Michel Scaff, e a sua superintendente, Miriam Gomes Vieira Andrade, em audiência nesta quarta-feira (11/09) com o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Rodrigo Collaço, acompanhado da juíza auxiliar da presidência TJSC, Carolina Ranzolin Nerbass. "Os resultados são tão fantásticos, destes dois verdadeiros patrimônios da cidadania catarinense, que merecem, ao lado do governo, o apoio de toda a sociedade, para dobrarmos a capacidade e não retrocedermos em nada", entende Scaff, ao pedir a solidariedade do TJSC nos projetos da FAHECE.

O dirigente conta que o reconhecimento satisfatório dos atendimentos está no modelo de gestão. "Somos uma fundação sem fins lucrativos, que tem uma diretoria executiva, junto com os conselhos curador e fiscal, fiscalizados pelo Ministério Público Estadual, todos trabalhando como voluntários, sem remuneração, que vão se revezando", explica. Na audiência, ele fez questão de explicar o título de "Nota 10", dado pelo Tribunal de Contas do Estado. "Nos levantamentos, em 2017, entre todos os hospitais públicos, ganhamos esta nota máxima em todos os quesitos".

A importância social das atividades de Hemosc e Cepon são ilustradas com os dados registrados no dia a dia. "Cerca de 65% dos pacientes pelo Cepon não têm instrução primária e todos que procuram atendimento são recebidos, sempre pelo SUS -  Sistema Único de Saúde, gratuitamente", diz Scaff.

A Fundação, financeiramente, conta com os repasses do governo estadual, mas o presidente reconhece as dificuldades para manter os padrões e entende que as instituições precisam participar mais. "Não é só o governo que tem que contribuir, ele tem as suas limitações, por isso a sociedade também tem que se incorporar", acredita o presidente. "A maioria das pessoas não sabem, mas se formos calcular, levando em conta a nossa população, hoje, o Cepon custa, aproximadamente R$ 1,00 por pessoa ao mês. No Hemosc, o custo é de R$ 0,85", relata.

O desembargador Rodrigo Collaço garantiu a solidariedade do TJSC e se colocou à disposição da FAHECE para o desenvolvimento dos projetos de parceria de gestão e atendimentos oferecidos pelo Hemosc e Cepon. Entre as alternativas, a participação nos próximos editais que visam à distribuição de recursos oriundos do cumprimento de pena de prestação pecuniária, transação penal e suspensão condicional do processo.

Imagens: Divulgação/TJSC
Conteúdo: Assessoria de Imprensa/NCI
Responsável: Ângelo Medeiros - Reg. Prof.: SC00445(JP)

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