Comarca de Tangará planeja ações em escolas para reforçar proteção de crianças em 2026 - Imprensa - Poder Judiciário de Santa Catarina

Notícias

Comarca de Tangará planeja ações em escolas para reforçar proteção de crianças em 2026

'Fortalecer para Proteger' terá foco na divulgação do Conselho Tutelar e dos canais de denúncia

15 dezembro 2025 | 15h01min

A comarca de Tangará definiu, no último encontro de 2025, os rumos do projeto "Fortalecer para Proteger" em 2026. No próximo ano, uma das principais metas é levar informação diretamente às escolas da região para reforçar a função e a imagem do Conselho Tutelar como órgão protetor dos direitos de crianças e adolescentes, além de divulgar os canais de denúncia disponíveis.

Segundo a assistente social forense Myriane Gonçalves da Silva, a percepção equivocada sobre o papel do Conselho Tutelar ainda persiste entre famílias, escolas e até entre os próprios jovens: “Muitos veem o Conselho como fiscalizador da conduta das crianças, não como um órgão de proteção. Queremos mudar isso”, explicou.

O planejamento prevê uma reunião em fevereiro com toda a rede do Sistema de Garantia de Direitos da comarca, incluídos Conselhos Tutelares e parceiros, para definir o cronograma das visitas às escolas de Tangará, Ibiam e Pinheiro Preto. A proposta é realizar breves intervenções em turmas para apresentar, de forma clara e resumida, a função do Conselho e os canais de denúncia.

Além das falas, a divulgação será reforçada com materiais informativos, como cartazes e orientações, para que crianças e adolescentes saibam a quem recorrer em casos de violência ou violação de direitos. “É essencial que eles conheçam os meios de denúncia e entendam que o Conselho é um espaço seguro”, destacou Myriane.

O projeto, iniciado em outubro de 2024, já promoveu capacitações e encontros com prefeitos, secretários, vereadores, conselheiros tutelares e profissionais da rede de proteção. Em 2026, a iniciativa dá um passo além ao se aproximar das escolas para consolidar a cultura de proteção e garantir que os direitos das crianças e adolescentes sejam efetivamente respeitados. “Quando a comunidade entende que proteger é responsabilidade de todos, conseguimos transformar realidades”, concluiu Myriane.

Copiar o link desta notícia.


Instagram

YouTube

Flickr

Atendimento à imprensa e a magistrado(a)s: