A campanha “Movimento que inspira”, promovida pela Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), apresenta novos relatos de servidores que encontraram na atividade física uma aliada para melhorar a saúde, reduzir o estresse e conquistar mais qualidade de vida.
Nesta edição, os participantes compartilham experiências pessoais que mostram como a prática regular de exercícios influencia positivamente a rotina, com reflexos no bem-estar físico e emocional.
A iniciativa reúne depoimentos de magistrados, servidores, colaboradores e estagiários sobre as motivações que os mantêm ativos e os benefícios percebidos dentro e fora do ambiente de trabalho a partir da incorporação da atividade física e atitudes saudáveis no dia a dia. Os relatos, enviados em texto, foto ou vídeo, destacam histórias reais de superação, disciplina e cuidado com a saúde, com o objetivo de inspirar colegas a incorporar hábitos mais saudáveis ao cotidiano. Participe você també
Histórias que inspiram:
Depoimentos:
Mabel Batista – servidora da comarca de Blumenau
A musculação faz parte da minha rotina semanal desde 2021, e o futebol é o meu esporte preferido, o qual pratico por hobby. A atividade física liberta o meu corpo e minha mente do estresse, também diminuindo significativamente dores crônicas. O que mais me motiva é que a atividade física traz a sensação de rejuvenescimento, e não imagino mais a minha vida sem a musculação e um esporte, seja o futebol ou outro que também me agrade.
Melissa Pereira de Castro – servidora da Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI)
Eu nunca fui muito fã da musculação ou atividade física em si, mas com o passar do tempo a necessidade de fazer algo se tornou cada vez mais aparente, principalmente por questões envolvendo saúde e sobrepeso. Após duas gestações com menos de dois anos entre elas, ganhei muito peso e foi muito difícil conseguir eliminá-los. Além disso, tenho histórico familiar de diabetes e câncer, portanto além do acompanhamento médico era essencial combinar uma atividade física. De forma a manter meus índices de saúde dentro dos limites e também buscar uma vida mais saudável me obriguei a iniciar o processo de "levantar da cadeira", já que passamos tantas horas sentados na frente do computador. Iniciei com 2x na semana no ano da pandemia, e logo após intensifiquei para 3x. Hoje treino todos os dias, e mantenho essa rotina a uns dois anos. Claro que tem semanas que não consigo por conta de uma ou outra obrigação, mas incluí a atividade na minha rotina de forma que se não vou durante a semana tento compensar no sábado ou domingo, sempre com treino de força (musculação) seguido de exercício aeróbico. Não só consegui emagrecer como também mantive meu peso, ganhei massa muscular e aumentei minha disposição para realizar as atividades do dia-a-dia. A atividade física também é um ótimo momento do alívio do stress diário, já que opto por fazer todos os dias a noite, após o horário de trabalho. O fato de estar em home office também auxilia muito, pois não saio tão cansada (principalmente por não perder tempo com deslocamento) o que me permite organizar bem o meu tempo e chegar à noite ainda disposta a realizar os exercícios. Não só me sinto bem comigo mesmo, com meu corpo, como sei que manter essa rotina me permitirá cuidar melhor das minhas filhas e também ser exemplo a elas.
Myriane Goncalves da Silva – servidora da comarca de Tangará
Quando criança, eu não era muito adepta aos esportes. Achava-me desengonçada, sem muita coordenação e até sem postura para praticá-los. Aos 18 anos, comecei a fazer musculação, mas nunca foi algo de que eu realmente gostasse; praticava mais por questões de saúde e estética. Em 2015, aos 28 anos, comecei a correr e participei da minha primeira prova: uma corrida em equipe, o Mountain Do Lagoa da Conceição. De lá para cá, a corrida se tornou uma grande paixão. Ao longo dessa trajetória, completei meias maratonas, maratonas e minha maior distância até hoje foi de 68 km, na prova Volta à Ilha. Em 2024, tive a alegria de fazer parte da dupla feminina campeã da prova. A corrida me ensina diariamente o quanto sou mais forte do que imagino. Mostra que a maioria dos obstáculos é mental e que somos capazes de superar muito mais do que acreditamos. Ela trouxe ainda mais disciplina para a minha vida, fortaleceu minha autoconfiança e me fez acreditar mais em mim mesma. Também me fortaleceu como mulher. A corrida não é terapia, mas é profundamente terapêutica. É um momento de conexão comigo mesma, de superação, liberdade e autoconhecimento. Cada quilômetro percorrido me lembra que os limites nem sempre estão no corpo; muitas vezes, estão apenas nas crenças que temos sobre o que somos capazes de realizar.
Eulesia de Souza - servidora da Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI)
Há três anos eu decidi dar um passo que parecia simples, mas que na prática foi um baita desafio: incluir atividade física na minha rotina. No começo, as desculpas eram muitas — “hoje estou cansado”, “amanhã eu começo”, “não tenho tempo”... mas, no fundo, tudo isso era apenas uma forma de adiar o início de um hábito que eu sabia que faria bem. A virada aconteceu quando a atividade física deixou de ser uma obrigação e passou a ser parte natural do meu dia. E aí os resultados começaram a aparecer: menos dores, melhora na postura, mais disposição para encarar o dia, sono de melhor qualidade, mais energia para o trabalho e até mais clareza mental. Sem falar na sensação de bem-estar que vem depois de cada treino, aquela mistura de orgulho e leveza. Hoje eu vejo que o exercício não é só sobre estética ou performance, mas sobre saúde física e mental. É sobre ter mais vitalidade, prevenir doenças, cuidar do corpo e da mente. É sobre se sentir bem consigo mesmo e perceber que pequenas mudanças na rotina podem transformar a vida inteira. Se eu pudesse dar um conselho, seria: não espere o “momento perfeito” para começar, porque ele nunca chega. Comece do jeito que dá, mesmo que seja com uma caminhada curta ou alguns minutos de alongamento. O importante é dar o primeiro passo e deixar que a constância faça o resto.
Maria Cristina Pereira – servidora da Diretoria de Planejamento e Finanças (DPF)
Desde o ensino primário, na escola, sempre participei da Educação Física que consistia em atletismo, handebol, voleibol e basquete, divididos nos quatro bimestres escolares. Na infância, adolescência e vida adulta, a bicicleta sempre fez parte como transporte, em Brusque, onde cresci e morei. Em Florianópolis, além de transporte, a bicicleta é antes de tudo, meu maior lazer, pela simples alegria e sensação de prazer de pedalar e sentir o vento no rosto, podendo parar e apreciar as belas paisagens da ilha. Em plena pandemia, no início de 2021, descobri outro esporte e meio de locomoção, só que na água, a canoa havaiana ou canoa polinésia, que possui um flutuador e é impulsionada pelos remos de madeira, carbono ou plástico pelas águas da Baía Norte. Desde então, uso a bicicleta para ir e voltar até a beiramar norte, onde está localizada a base da Kanaloa Va'a (Va'a é canoa no idioma da polinésia), clube de canoa no qual faço aulas de 1h, das 5h30 às 6h30 ou das 7h às 8h, que, nos primeiros anos era uma vez por semana e atualmente faço três vezes por semana. Mas nem sempre foi assim, pois, entre 2000 e 2017 fiquei completamente em vida sendentária, atingindo o peso de 135kg, para a altura de 1,70m, mais que o dobro do peso de 66kg que tinha em 1999, fazendo atividades físicas constante. Por motivo de saúde, a pressão arterial elevou e o colesterol nas alturas, ou eu diminuía o peso ou teria que tomar mais remédio para fazer o controle da PA. Decidi então, mudar a alimentação, fazer caminhadas e exercícios aeróbicos. Em 2019, após realizar minha primeira trilha/trekking, na Lagoinha do Leste, em novembro de 2018, comecei a subir os morros de Floripa para não parar mais, nos finais de semana e feriados. Em outubro de 2020, na pandemia, comprei a primeira bicicleta e em setembro de 2023 a segunda bicicleta e tenho as duas até hoje. Além de pedalar, remar em canoa havaiana, trilhar pelos morros de Floripa e região, participo da Run For Câncer que ocorre no mês de novembro, correndo 5km, inicialmente corria e andava, sendo que, em 2025 busquei correr os cinco quilômetro integralmente e os fiz em 36 minutos. A corrida não é algo que faço regularmente ou que seja apaixonada, mas costumo dizer que corro por uma boa causa, pois, além da Run For Câncer, em 2024, corri/caminhei, os 5km da Corrida do Fogo e a Cats Run. Atualmente, o dia que não pratico atividade física, é para dar um descanso ao corpo, mas não consigo nem pensar nos 17 anos que passei da minha vida sedentária e estar em movimento é estar gastando energia e se sentir viva ou melhor, é viver e não sobreviver simplesmente. Se puder, vou caminhando ou pedalando aos compromissos e afazeres do dia a dia. Penso que, nosso corpo foi feito para estar em movimento, portanto, para compensar as 7h parada e sentada em frente a uma tela de computador, utilizando mouse e teclado, andar, pedalar, remar, trilhar e correr é o que faço e me mantém na busca pelo envelhecimento com saúde e energia de modo a aproveitar esta dávida que é a Vida.
Bruno Antonio Uliano – servidor da comarca de Laguna
Sempre tive muita dificuldade no emagrecimento, cheguei a pesar mais de 130kg, quase obesidade mórbida. Há quatro anos, minha esposa e eu começamos a treinar musculação e desde então o exercício faz parte da nossa rotina, com isso eu consegui sair da obesidade, recuperar minha saúde, disposição, e perder mais de 35 quilos de balança. O exercício físico faz bem para nossa saúde do corpo e da mente, não imaginamos nossa vida sem ele