Predicta e botão de protestos no eproc são destaques da inspeção do CNJ no PJSC - Imprensa - Poder Judiciário de Santa Catarina

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Predicta e botão de protestos no eproc são destaques da inspeção do CNJ no PJSC

Corregedoria Nacional de Justiça visitou 82 unidades

24 outubro 2025 | 16h43min

A Corregedoria Nacional de Justiça encerrou nesta sexta-feira, 24 de outubro, a inspeção ordinária no Poder Judiciário de Santa Catarina (PJSC). Durante quatro dias, a equipe do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) composta por 12 magistrados e 29 servidores visitou 82 unidades do Judiciário catarinense na Grande Florianópolis. O coordenador das atividades, desembargador Arnoldo Camanho de Assis, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), destacou os núcleos da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ), a ferramenta Predicta e o botão de protestos no eproc entre outras iniciativas.

A inspeção teve como objetivo verificar o funcionamento dos serviços judiciais e auxiliares, identificar boas práticas e propor melhorias. “Positivamente, merece destaque a atuação do núcleo de magistrados que atua na CGJ, com orientação e fiscalização de unidades judiciais ligadas à infância e juventude, direitos fundamentais e execução penal. A realização de três concursos para a magistratura e dois para o extrajudicial, entre outros, também é digna de registro”, disse o desembargador Arnoldo.

“Merece o reconhecimento da Corregedoria Nacional a ferramenta Predicta, utilizada como repositório oficial primário de dados estatísticos. O objetivo da ferramenta é garantir a eficiência e a celeridade da Justiça catarinense, apoiando a gestão institucional estratégica. No ambiente do sistema eproc, a criação do botão do protesto igualmente se destaca entre as iniciativas da Corte catarinense por possibilitar a extinção de número considerável de execuções”, afirmou o magistrado do TJDFT, que também observou pontos que precisam ser aperfeiçoados.

A cerimônia de encerramento contou com o presidente do TJSC, desembargador Francisco Oliveira Neto; o 1º vice-presidente, desembargador Cid Goulart; e o corregedor-geral da Justiça, desembargador Luiz Antônio Zanini Fornerolli. Pelo grupo do CNJ, a desembargadora Agamenilde Dias; o desembargador Paulo Alberto de Oliveira; e a desembargadora Simone Lucindo, entre outras autoridades do PJSC e da Corregedoria, também participaram da solenidade. O Ministério Público (MPSC) foi representado pelo procurador Andreas Eisele, e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SC) pelo advogado Alexandre Evangelista.

O presidente do TJSC destacou a verticalidade que existe com o CNJ para a compreensão de que o Poder Judiciário é único. “Foi um prazer receber a Corregedoria Nacional e dizer que para nós é motivo de grande orgulho o trabalho que realizamos, o cuidado que temos e a compreensão de que as pessoas passam, mas a instituição fica. O Poder Judiciário catarinense tem como marca o trabalho, com os olhos voltados sempre para o que se fez no passado e para a construção no futuro, realizando as atividades dentro daquilo que determinam as normas colocadas no sistema. E, entre elas, a natural e salutar verticalidade que existe com o Conselho Nacional de Justiça”, anotou o desembargador Francisco Oliveira Neto.

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