07 janeiro 2026 | 10h53min
A sede do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) passou por uma série de reformas e intervenções estruturais durante o recesso forense. As obras tiveram como objetivo modernizar os ambientes, ampliar áreas de trabalho e adequar a estrutura física da instituição à chegada de novos desembargadores, além de fortalecer as atividades administrativas.
Entre as melhorias realizadas no prédio-sede está a reforma e requalificação do restaurante, que recebeu novo piso, iluminação e mobiliário. As mudanças proporcionam um ambiente mais moderno, funcional e confortável para magistrados, servidores e colaboradores.
No térreo das torres 1 e 2, assim como no 13º andar da torre 1, foram executadas reformas com novo layout para a reorganização de setores administrativos. A readequação dos espaços busca otimizar a ocupação do prédio e viabilizar a instalação de novos gabinetes destinados aos desembargadores recentemente nomeados.
O espaço do Tribunal Pleno também passou por intervenções, com a ampliação da área de acomodação para atender à nova composição do colegiado — conjunto de desembargadores que participam das sessões. A medida garante melhores condições para o funcionamento dos julgamentos e das sessões administrativas.
Além disso, a Unidade Padre Roma (UPR) teve espaços disponíveis ocupados por áreas administrativas. Essa reorganização permitiu a liberação de ambientes no prédio central do Tribunal, com a possibilidade de uma distribuição mais eficiente das equipes e dos serviços.
Demolição do antigo prédio da DPU
Outro destaque do período foi a demolição do prédio principal da antiga sede da Defensoria Pública da União (DPU), localizado em terreno na Rua Bulcão Viana. A ação incluiu a organização e a limpeza da área, etapa necessária para o adequado aproveitamento futuro do espaço.
As intervenções integram o planejamento estratégico do TJSC, voltado à modernização da infraestrutura, ao uso racional dos espaços físicos e à melhoria das condições de trabalho. As obras foram realizadas sem impacto no atendimento ao público, já que os serviços estavam suspensos durante o recesso forense.