TJSC busca modernização e racionalização com nova Diretoria de Planejamento e Finanças - Imprensa - Poder Judiciário de Santa Catarina

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TJSC busca modernização e racionalização com nova Diretoria de Planejamento e Finanças

Dados, planejamento, monitoramento de resultados e execução financeira estarão lado a lado

20 fevereiro 2026 | 14h59min

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) instituiu, por meio da Resolução GP n. 7/2026, a Diretoria de Planejamento e Finanças (DPF). A nova estrutura resulta da integração entre a antiga Diretoria de Orçamento e Finanças e a Assessoria de Planejamento, e representa o primeiro passo da nova gestão no processo de revisão e modernização administrativa.

A iniciativa fortalece o alinhamento entre estratégia institucional e gestão orçamentária ao assegurar que metas, projetos e prioridades estejam diretamente conectados à alocação de recursos. Com a integração, planejamento, dados, monitoramento de resultados e execução financeira passam a atuar de forma coordenada, medida que permite decisões baseadas em informações consolidadas e reduz sobreposições, retrabalhos e fragmentações administrativas.

A normativa, publicada nesta semana, com efeitos retroativos a 9 de fevereiro, amplia a capacidade de acompanhamento de metas e indicadores e garante que investimentos estejam vinculados às prioridades estratégicas e que os recursos públicos sejam aplicados com ainda mais eficiência.

A reorganização também promove a racionalização de recursos humanos e estruturais. Ao unificar equipes e fluxos de trabalho, elimina duplicidades e aprimora a coordenação interna, fatores que contribuem para maior produtividade e melhor aproveitamento das competências técnicas. O modelo integrado reforça a sustentabilidade financeira de longo prazo e fortalece a governança e a transparência na gestão.

Para preservar e reforçar a excelência na condução das finanças do Tribunal, foi criada também a Coordenadoria Executiva de Finanças, responsável pelas áreas de orçamento, contabilidade, tesouraria e gestão de recursos. A estrutura da nova DPF assegura segurança, controle e continuidade das boas práticas reconhecidas, ao mesmo tempo em que projeta o Tribunal catarinense para um modelo ainda mais estratégico e integrado, sem renunciar à solidez que caracteriza sua gestão financeira.

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