Segurança institucional do TJSC é destaque em encontro nacional do CNJ - Imprensa - Poder Judiciário de Santa Catarina

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Segurança institucional do TJSC é destaque em encontro nacional do CNJ

Evento reuniu especialistas de todo o país nos dias 4 e 5 de maio, em São Paulo

05 maio 2026 | 11h53min

O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) teve participação de destaque no 1º Encontro Nacional de Inteligência em Segurança Institucional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), realizado nos dias 4 e 5 de maio, nas dependências do Tribunal de Justiça Militar do Estado de São Paulo (TJMSP).

O evento contou com a presença do ministro corregedor nacional de Justiça, Mauro Campbell Marques, conselheiros do CNJ, magistrados, membros do Ministério Público, policiais e gestores da área de inteligência e segurança institucional de diversos tribunais brasileiros, com o objetivo de fortalecer a atuação integrada e estratégica do Sistema Nacional de Segurança do Poder Judiciário.

O Judiciário catarinense foi representado no encontro pelo desembargador Sidney Eloy Dalabrida, coordenador do Conselho de Segurança Institucional (CSI) e do Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional (NIS) do TJSC, além de membro do Comitê Gestor do Sistema Nacional de Segurança do Poder Judiciário (SINASPJ). Ele participou como palestrante e apresentou o tema “Ecossistema de Segurança Institucional no Poder Judiciário: integrando pessoas, tecnologia, processos e inteligência”.

Durante sua exposição, o magistrado destacou a necessidade de superação de modelos fragmentados de segurança e defendeu uma abordagem sistêmica, capaz de integrar diferentes pilares institucionais de forma coordenada e orientada pela inteligência. Segundo o desembargador, o cenário contemporâneo de riscos — marcado por ameaças físicas, digitais e híbridas — exige que a segurança institucional seja compreendida como uma função estratégica essencial à governança e à continuidade do Poder Judiciário.

 

A apresentação abordou conceitos estruturantes do ecossistema de segurança, ressaltando o papel central das pessoas, a importância de processos bem definidos e da gestão de riscos, o uso da tecnologia como meio habilitador — e não como um fim em si — e a inteligência como eixo integrador responsável por transformar dados em conhecimento acionável.

Foram ainda compartilhadas experiências práticas desenvolvidas no TJSC, como o Centro Integrado de Segurança e Monitoramento (CISM), o Sistema de Gestão Estratégica de Segurança Institucional (SSI) e automações desenvolvidas pelo NIS com uso de inteligência artificial aplicada à segurança institucional e inteligência.

Para o desembargador Dalabrida, a consolidação de um ecossistema de segurança institucional maduro depende da integração efetiva entre tribunais e do fortalecimento da cooperação nacional. “A segurança institucional é uma responsabilidade compartilhada. Somente com inteligência integrada, protocolos claros e troca permanente de informações é possível proteger magistrados, servidores, instalações e, sobretudo, a independência do Judiciário”, ressaltou.

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